sábado, 30 de abril de 2011

Segundo Encontro - 04-03-2011


Aula expositiva das unidades 9 e 10 TP 3


Foram feitos os exercícios propostos  e tivemos um momento de mais entrosamento com os grupos onde a tutora executou uma pequena atividade. 

            Segundo Encontro        Gestar II

Os dois garotos correram até a entrada da casa. “Veja, eu disse a você  que hoje era um bom dia para brincar aqui”, disse Eduardo. “Mamãe nunca está em casa na quinta-feira”, ele acrescentou. Altos arbustos escondiam a entrada da casa; os meninos podiam correr no jardim extremamente bem cuidado, “Eu não sabia que sua casa era tão  grande”, disse Marcos. “É, mas ela está mais bonita agora, desde que  meu pai mandou revestir com pedras essa parede lateral estava vazia   exceto pelas três bicicletas com marchas guardadas aí.”
         Eles entraram pela porta lateral, Eduardo explicou que ela ficava sempre aberta para suas irmãs mais novas entrarem e saírem sem dificuldade.
         Marcos queria ver a casa, então Eduardo começou a mostrá-la pela sala de estar. Estava recém pintado, como o resto do primeiro andar. Eduardo ligou o som: o barulho preocupou Marcos. “Não se preocupe, a casa mais  próxima está a meio quilômetro daqui”, gritou Eduardo. Marcos se sentiu mais confortável ao observar que nenhuma casa podia ser vista em qualquer direção além do enorme jardim.
         A sala de jantar, com toda a porcelana, prata e cristais, não era lugar para brincar: os garotos foram para a cozinha onde fizeram um lanche.
         Eduardo disse que não era para usar o lavabo porque ele ficara  úmido e mofado uma vez que o encanamento arrebentara.
          “Aqui é onde meu pai guarda suas coleções de selo e moedas raras”, disse Eduardo, enquanto eles davam uma olhada no escritório. Além do escritório, havia três quartos no andar superior da casa.
         Eduardo mostrou a Marcos o closet de sua mãe cheio de roupas e o cofre trancado onde havia jóias. O quarto de suas irmãs  não era tão  bonito quanto o de seus pais, que estava revestido de mármore, mas para ele era a melhor coisa do mundo.
(Traduzido e adaptado de Pitchert, J.& Anderson, R. Taking “ different perspectives on a story, Journal of Education Psychology, 1977, 69).

  Cada grupo deverá produzir um texto com base nas referências do texto lido:
         Grupos 1- vender a casa
         Grupos 2- comprar a casa 
         Grupos 3- tentar tombar a casa
         Grupos 4- roubar a casa
         Grupo 5- alugar a casa

(Carta- e-mail- relatório- entrevista- plano de roubo- memorial descritivo- classificados- etc..)

Atividade

domingo, 27 de março de 2011

Oficina Introdutória Gestar II Rubiataba-Goiás 24-02-2011

 
  1. Oficina introdutória para abertura do Gestar II em Rubiataba- Goiás  com a presença do Secretário Municipal de Educação e 1ª Dama; cursistas; tutores e pais. Mensagem de boas vindas à turma, com a apresentação de um vídeo: O saber e o sabor.
  2. Leitura de textos para a reflexão sobre o papel do formador de Língua Portuguesa e Matemática.
  3. Fala dos formadores para saber os motivos pelos quais o programa foi implementado;
  4. Retomada dos conceitos apresentados na formação inicial e nova orientação quanto aos procedimentos a serem seguidos para a efetivação do curso;
  5. Entrega do material a cada cursista.

Esta é Rubiataba -Goiás

sábado, 12 de março de 2011


Quinta Atividade





Proposta de trabalho usando um dos textos da Unidade 12 do TP 3 ( Recriação de textos)


1- Leia os dois textos da página 144 da unidade 12 do TP 3 e produza um texto – Gênero:“Memórias”  tendo como tipos textuais : narração e descrição.


quinta-feira, 10 de março de 2011

Atividades realizadas durante o primeiro encontro de 29-11 a 03-12-2010 GOIÂNIA - GOIÁS GESTAR - II


ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O PRIMEIRO ENCONTRO DE 29 /11 a 03/12 /2010 GESTAR – II
GOIÂNIA-GOIÁS.

Professora Formadora: Ormezinda Aya Ribeiro.

TP 3  e TP 4                 Primeira atividade

Vender a casa: classificado poético
 
         Vende-se uma casa na rua do sossego.
         Onde crianças brincam com aconchego.                 
         A sua entrada lembra natureza.
         Suas paredes brilham os corredores.
         Os quartos de mármore são acolhedores.

         Um silêncio que a torna mais linda.
         Portas onde entram e saem harmonia.
         Aqui se tem prazer.
         Com tranquilidade de se viver.

         Seu tamanho é opulento.
         Mas não se perde acolhimento.
         Bairro ecologicamente correto.
         Para se viver por completo.


         Componentes: Jorge Rocha
                               Lucimar Farias
                                 Cláudia Gardênia
                               Gilmione Andrade
                               Maria Cristina


Segunda atividade



As piranhas do pescador 

            Em um belo dia é avistado às margens do rio Araguaia um senhor de estatura pequena e de feições rústicas, observando o céu de azul anil.
            O silêncio é tão intenso que mesmo com um sol escaldante pode-se sentir o clima do pôr-do-sol como numa bela tarde de verão.
            Pedro, o pescador, espera um momento de calmaria e joga seu anzol numa tentativa constante de pegar um peixe para garantir o jantar de sua humilde família.
            Para surpresa do pescador a linha começa a ser arrastada por um ser até então não identificado. O pescador assustado tenta puxar o suposto peixe, mas em meio a confusão, em vez de se esquivar mergulha na água.
            Pobre senhor! Atraído por uma ilusão de matar a fome de seus filhos é devorado por piranhas.
            Sempre que passa alguém, ao cair da tarde neste local é surpreendido por uma rajada de sol sobre a areia às margens do belo Araguaia.



Terceira atividade
                                       A dimensão contextual
        
Unidade – 15 Fazer pergunta (claro-apresentadas no texto da página 136 e 137): A expansão da pobreza nas cidades.      

1-     Quais as consequências trazidas à população da zona urbana com o êxodo rural?

R: Inchaço, ou seja, um número crescente de pessoas vivendo em espaços pequenos e desorganizados, implicando obviamente, péssimas condições de vida para boa parte delas.

2-     Conforme foi visto no texto o intenso movimento demográfico determinado pelo  êxodo rural em todo o  país motivou  um vertiginoso crescimento de algumas cidades brasileiras. De acordo com o que foi visto neste trecho, especifique quais foram as possíveis causas do êxodo rural?

R: Pessoa à procura de emprego, falta de infraestrutura...


Quarta atividade

            Unidade – 16 TP 4

Objetivo: Quebrar o gelo... No início ou no final do encontro.

1-     Escrever um texto (qualquer gênero). Usando as seguintes palavras: muxuango/hermeneuta/vituperado/defenestração/perfunctório/falácia/ignóbil/sibilino/uxoricídio/apoplexia.



Uma cidade própria

         Numa pequena cidade do Tocantins vivia um povo com características bem peculiares que os diferenciava dos demais habitantes.
            O pai, o senhor Muxuango, era o médico do lugar, aquele que atendia a todos como se fossem mulambos, mas a sua esposa, a senhora Falácia, era uma pessoa muito agradável e que educava seus filhos com admirável dedicação.
            O primogênito Sibilino era um garoto rebelde e preconceituoso que apresentava às mesmas características do pai, ao contrário, as garotas. Hermeneuta e Apoplexia saíram à mãe, meigas e de uma educação invejável.
            Por pertencer a uma família de tradição, esperava-se que as jovens casassem com um bom partido da cidade ou das redondezas a gosto dos pais, no entanto, para desgosto dos pais não bem assim, pelo o contrário envolveram-se com uma turma da pesada.
            A jovem Hermeneuta casou-se com o Vituperado, jovem de pouca instrução e que ainda muito moço envolveu-se no mundo da criminalidade.
            E a senhorita Apoplexia uniu-se ao Uxoricídio que era amante da 1ª dama da cidade, a senhora Defenestração.
            O Excelentíssimo prefeito, o senhor Ignóbil, como na tradição dos cornos foi o último a saber, mas tal fato foi divulgado publicamente no coreto da prefeitura por seu assessor de nome Perfunctório, por engano quando iria ler um comunicado do prefeito à população.
         Em cidades pequenas todos se conhecem, mas cada um é próprio a começar pelos nomes.


Obs.: A turma terá interesse em saber o que significam as palavras e vão fazer vários textos antes de conhecer seus significados. Depois de pronto os textos o professor falará o significado de cada palavra.


Muxuango: caipira
Hermeneuta: entendido de leis
Vituperado: mal falado, difamado
Defenestração: jogar alguém pela janela
Perfunctório: superficial
Falácia: mentira
Ignóbil: desprezível, insignificante
Sibilino: algo de difícil compreensão
Uxoricídio: homem que mata a esposa
Apoplexia: paralisia

Grupo: Jorge Rocha
               Lucimar Farias
                Cláudia Gardênia
                 Gilmione Andrade
                   Maria Cristina